Meu nome é Vanessa, sou advogada e, desde criança, sempre fui apaixonada por cães, mas nunca imaginei que um dia viria a me tornar criadora.

Tudo começou em meados de 1995, quando tive meu primeiro contato com a raça (um cão chamado Taurus, que pertencia à minha amiga Luciana). Meu primeiro cão chegaria bem depois, mas lembro que a primeira imagem do American Pit Bull Terrier ficou fortemente marcada em minha memória. Naquela época, quase não se falava sobre a raça e ninguém imaginava que, um dia, a raça se popularizaria a ponto de virar uma verdadeira febre mundial!


Taurus

Sempre tive cães das mais diversas raças (rottweiler, dachshund, boxer, weimaraner e uma breve experiência com uma yorkshire que foi roubada) e muitos outros sem raça definida, todavia por mais amados e maravilhosos que tenham sido cada um deles, percebi que não havia encontrado em nenhuma raça o "cão ideal."

Até que no final de 2001 e início de 2002, eu me apaixonei por uma bolinha de pêlos branca e preta, que mais parecia um ursinho panda. E foi aí que tudo começou...


Aquilla com dois meses de vida, no seu primeiro dia em casa.

Aquilla chegou no momento em que a raça ganhava destaque na mídia com as mais sangrentas notícias de ataques. Aproveitando-me do pouco conhecimento cinófilo (para não dizer completa ignorância em termos de cinofilia) de minha família, disse à todos que aquele simpático cãozinho era um filhote de dálmata. A mentira tinha uma boa razão: não queria que Aquilla fosse discriminado logo no início, e que fosse evitado por todos por ser da temida raça assassina. Mais tarde, quando todos estivessem acostumados com sua presença e vissem que ele não traria riscos, eu contaria a verdade.

De qualquer forma, o "dalmatazinho" foi crescendo e conquistando todas as pessoas com as quais tinha contato. Aquilla sempre foi um cão confiável, feliz, dócil e brincalhão. Fazia festa com qualquer pessoa, até mesmo com estranhos. Inclusive, um fato inusitado ocorreu comigo: tive minha casa invadida por ladrões, e Aquilla fez festa para eles! Nada mau para um exemplar da raça assassina!

Aquilla era um cão completo! Era perfeito! Tão perfeito que as pessoas começavam a indagar a respeito de futuros filhos dele. Como não me preocupei com pedigree ao adquiri-lo, levei-o ao Kennel Clube de minha cidade, onde ele foi avaliado e recebeu o Pedigree Inicial. Para não constar apenas o primeiro nome, inventei um sobrenome: Aquilla of Hell's Angels. A idéia surgiu com a fama injustificada da raça. Afinal, o American Pit Bull Terrier, aos meus olhos, não era o demônio que a mídia fazia questão de divulgar. A raça estava sendo discriminada e seu nome difamado. Por isso, o nome Hell's Angels (Anjos do Inferno) demonstra exatamente a situação pela qual a raça passava na época e passa até os dias atuais: anjos injustamente classificados como bestas infernais.


Mais algumas fotos de nosso arquivo: Aquilla após o banho, em exposição promovida pelo JKC ao lado de uma golden retriever e brincando em casa.

Antes de prosseguir, gostaria de fazer uma ressalva, com o conhecimento que adquiri ao longos desses anos: não indico à ninguém a aquisição de cães sem procedência comprovada, e muito menos a procriação desses cães por inúmeras razões, desconhecidas e ignoradas por mim naquela época. Creio que contei com o fator "sorte" ao ter adquirido um cão sem procedência conhecida. Essa experiência poderia ter sido desastrosa, e Aquilla poderia ter se tornado mais uma estatística nas páginas policiais.


Aquilla, estragando a foto! Hahahaha

Após a insistência de muita gente querendo filhotes de Aquilla, mudei de planos e resolvi trazer para casa uma fêmea para lhe fazer companhia.

Bally, minha primeira American Pit Bull fêmea, de cor branca e chocolate, chegou em casa com cerca de 9 meses de idade. Era neta do Thor Red do Canchin. Após alguns meses, aconteceu: Bally estava esperando filhotes de Aquilla!


Bally

A primeira ninhada de American Pit Bull Terrier nasceu no dia 17/03/2003. Foram 9 filhotes, sendo 5 machos (Diablo, Neo, Hades, Hórus e Bóris) e 4 fêmeas (Akauã, Pandora, Zara e Tigra). Os filhotes eram das mais variadas cores: branco, branco e chocolate, branco e preto, branco e tigrado...


À esquerda, ninhada de Aquilla e Bally com cerca de 20 dias de vida. À direita, os filhotes Pandora (sentada) e Bóris (deitado), com 45 dias de vida.



Mais fotos dos filhotes. Acima, à esquerda: Hórus, Pandora e Neo. Acima, à direita: Tigra. Abaixo, à esquerda: Zara. Abaixo, à direita: Pandora.

O primeiro contato com uma ninhada de American Pit Bull Terrier foi, ao mesmo tempo, apaixonante e impressionante. Com cerca de 30 dias de vida os filhotinhos já se engalfinhavam em brincadeiras violentas, nas quais eu sempre intervinha, achando que a coisa poderia ficar séria. Em contrapartida, Aquilla e Bally viviam na mais perfeita paz. Comecei a me apaixonar cada vez mais pela raça, época em que adquiri mais um pit bull, de cor chocolate, ao qual dei o nome de Davos. Davos era filho de um cão bastante famoso em minha cidade, chamado Nanuki.


Davos, com cerca de 5 meses de vida.


Hora do lanche! Todos os cães juntos!

A ninhada de Aquilla e Bally foi vendida rapidamente, mas infelizmente acabei perdendo contato com a maioria dos novos proprietários. Gostaria de ter acompanhado o desenvolvimento de todos os filhotes, o que não foi possível, mas os proprietários com os quais mantive contato foram unânimes: os cães tinham temperamento maravilhoso!


Bóris, um dos filhotes da primeira ninhada nascida no HAPK, dormindo tranquilamente no sofá com suas amigas caninas Baby, Wendy e Tequila.


Bóris outra vez!

Naquela época, meus conhecimentos fotográficos não eram grande coisa, minha câmera era terrível e, por esse motivo as fotografias tiradas por mim eram, em sua esmagadora maioria, impublicáveis. Por sorte salvaram-se algumas poucas, que agora ilustram esse espaço.

Quando os filhotes completaram cerca de 70 dias, juntamente com o mapa de registro de ninhada, entreguei no Jundiaí Kennel Clube o registro do afixo do meu canil.

A propósito, o significado da sigla HAPK é, literalmente, Hell's Angels Pit Kennels, em homenagem ao meu primeiro pit bull, Aquilla. Ao registrar o afixo de meu canil, optei pela sigla HAPK ao invés do nome por extenso "Hell's Angels Pit" para evitar problemas com os nomes dos futuros filhotes. São permitidos apenas 40 caracteres em cada nome no mapa de ninhada, e utilizando a sigla restaria mais espaço para usar e abusar da criatividade na hora de dar nomes aos futuros filhotes.

Nesse meio tempo, adotei uma cadela que havia sido utilizada em rinhas, chamada Mapolla. Ela chegou em casa bastante debilitada, cheia de cicatrizes, mas em pouco tempo se recuperou. Mapolla era uma cadela extremamente carinhosa, mas não suportava ver outro cão!

Em fevereiro/2004, tomei a decisão de criar profissionalmente a raça. Aquilla era maravilhoso, mas lhe faltava uma coisa muito importante: procedência comprovada. E, é claro, quando pensamos em realizar um trabalho visando produzir cães destinados à exposição, o conhecimento genealógico é fundamental para que possamos estudar características, fixar qualidades e eliminar defeitos.

Comecei a procurar, então, pelos melhores canis e melhores criadores em busca do plantel ideal. Pesquisei no ranking Dog Show e o destaque era o cão Apache Maximus Aureum (2º melhor APBT no Ranking Dog Show 2003 e 1º APBT no Ranking Dog Show - Estado de São Paulo).


Apache: sempre destaque!


Anúncio do Pauba's Pit Kennel, na época da aquisição do Logan

Acabei contatando o Paúbas Pit Kennel, na época de propriedade do amigo Gustavo Fortes, pois o mesmo tinha uma ninhada do Apache com a cadela Ourgang Medalha de Ouro Toya. Toya também tinha um pedigree interessante, pois era duas vezes neta de Ourgang Medalha de Ouro Cowboy (1° melhor APBT no Ranking Dog Show 2000), cão importado da Itália pelo Canil Medalha de Ouro.

 
Apache e Toya (fotos: Johnny)


Cowboy

Reservei uma fêmea preta dessa ninhada, que iria se chamar Moonshaddow, todavia minha menininha acabou morrendo ainda no canil Pauba's.


Moonshaddow (saudades...)

Como não haviam mais fêmeas disponíveis, Gustavo me ofereceu em troca um lindo macho chocolate, ao qual dei o nome de Logan, já deixando reservada uma fêmea da próxima ninhada que estava para nascer no Canil Paúba's: Red Flash Torah do Canchin X Ourgang Medalha de Ouro Califórnia. Flash era filho de 'PR' Swogger's Dream of Canchin, cadela importada dos Estados Unidos (Red Coat Kennels) por Wagmar de Souza, proprietário do Canil Canchin. Eu já era fascinada pelos cães de Kim Swogger, em especial pelo T-Bone, pai de Dream, então não tive dúvidas acerca da aquisição. Como havia perdido Moonshaddow, Gustavo me permitiu escolher duas fêmeas ao invés de uma, da ninhada Flash X Califórnia.


Filhotes da ninhada Apache X Toya. O Logan é o filhote da direita!


Logan, quando chegou em casa!

Quando fui até o Canil Pauba's Pit buscar Logan, vi Yankee pela primeira vez. Filho único da ninhada Apache Maximus Aureum X Jannys of Lord Brick (filha do Kimmo of Lord Brick), Yankee era uma grande promessa (e mais tarde realmente provou ser!). Naquele momento, não imaginei que dentro de pouco tempo Yankee também  iria fazer parte da família HAPK.


Yankee, com cerca de 3 meses de vida, no Canil Pauba's. Atrás, Califórnia (mãe de Fury e Vega) pulando no canil! Sua ninhada com Flash havia nascido há poucos dias!


Fury e Vega, com cerca de 20 dias de vida, ainda no Canil Pauba's. Foi a primeira vez que as vimos!

Em abril de 2004, tomei uma atitude ousada: efetuei o acasalamento de Aquilla com sua filha, Pandora. A intenção nesse imbreeding era fixar a característica que mais me atraía em Aquilla: seu temperamento incrível.


Pandora e Aquilla.

Em maio de 2004, retornei ao Paúba's Pit Kennel para pegar Fury e Vega, filhas de Flash e Califórnia.


Flash e Califórnia


Fury, à esquerda, e Vega, à direita, ao chegar em casa!

Como se não bastasse, ao chegar lá fui surpreendidos com a notícia do nascimento de uma ninhada blue nose, fruto do acasalamento entre Magic Maui Fly Horse e Raja Bull of Pauba's Pit. Já conhecia Maui, cão de criação do extinto Canil Fly Horse, e por este motivo não resisti e deixei reservada mais uma filhotinha!

Enquanto isso, em casa, Pandora ficava cada dia mais gordinha.


Pandora, poucos dias antes do nascimento da ninhada

A ninhada de Aquilla e Pandora nasceu em 13/06/2004, sendo no total 8 filhotes (6 machos e 2 fêmeas), mas infelizmente perdi dois filhotes logo nos primeiros dias de vida (a mamãe deitou sobre eles).


Pandora e seus filhotes.

Dois filhotes foram doados para amigos e, por esse motivo, registrei apenas quatro filhotes nessa ninhada: Maximus, Al Capone, Ryutaro e Boss (foto abaixo, exatamente nessa ordem).

  
Boss, já adulto!


Taro e sua coleção de chapéus!


Taro, comprovando o tradicional temperamento da raça.


Max, em matéria publicada no Jornal de Jundiaí...


... mostrando o lado dócil e meigo da raça!

Adquiri, ainda, uma cadela chamada Liberty, que veio do Canil Glória a Deus, filha de Red Blood Line Iron (Bright) e CGD Mila RB Barros (Brisa). Liberty tinha bastante fechamento em sangue "Thompson" (exemplares provenientes dos cães de criação de Guilhermo Thompson). Apesar de ter maravilhoso temperamento e estrutura, a mesma foi doada para um de nossos amigos, pois por volta de seus 6 meses de idade percebi que a mesma apresentava várias faltas dentárias e prognatismo, e por esse motivo não achei adequado mantê-la como matriz.


Da esquerda para a direita: Vega, Liberty, Logan e Fury, ainda filhotinhos!

Pouco tempo depois, Gustavo me ligou oferecendo Yankee, já com 6 meses de vida. Com a chegada dele, começou minha longa jornada pelo mundo das exposições. E, acreditem, é um vício difícil de ser superado!


Yankee, ainda bebê. Pena que não o vi assim...


Meu gordo, quando chegou em casa.


Yankee, em sua primeira exposição, no KCABC, dias 15 e 16 de maio de 2004.

Retirei de reprodução Aquilla, Bally e Pandora, pois apesar dos resultados satisfatórios que obtive com as primeiras ninhadas, eu buscava uma seleção mais apurada em termos genéticos, o que envolvia estudo e procedência comprovada. Davos e Mapolla não foram reproduzidos pela mesma razão. Todos eles foram doados e encaminhados para lares carinhosos e responsáveis.


À esquerda: Vega. À direita: Vega e Logan, em nossa antiga casa. Ainda eram tão jovens...

Em julho/2004 fui novamente ao Paúba's Pit Kennel para buscar Vicky, filha de Maui X Raja, meu quinto cão adquirido lá. Nessa ocasião, minha casa estava uma bagunça, com filhotes por todos os lados!


Maui e Raja


Vicky, ainda bebê! Irresistível!


Maui e seu pai, Magic Thor Fly Horse: destaques na mídia!


Thaygra, avó de Vicky, em matéria publicada na revista Exame.


Essa foto é histórica: Thaygra e sua ninhada com Thor. Um dos filhotinhos azuis é Maui, pai da nossa Vicky!

Após a chegada da Vicky, me deparei com um "pequeno detalhe", que começou a se tornar um problema: não tinha infra-estrutura para abrigar todos os cães separadamente e isso me rendeu algumas dores de cabeça. Foi assim que, em caráter de urgência, construí meu primeiro canil: 8 baias em um terreno de aproximadamente 400 metros quadrados, no qual também estava construída minha casa.


À esquerda: Vicky e Liberty fazendo bagunça. À direita, Vicky pega no flagra comendo uma jaqueta.

Errei mais do que acertei, especialmente no que se refere à posição da área coberta (o acesso aos canis era feito pelo solário, então era um verdadeiro inferno tratar os cães em dias de chuva), altura do telhado (ganhei vários galos na cabeça) etc. Confesso que ficou muito aquém do que eu imaginava, mas durante dois anos esse canil me trouxe muitas alegrias!



 O canil, no início.


À esquerda, solário. À direita, área coberta. 

Como o espaço era limitado, fui obrigada a improvisar alternativas para distrair e exercitar os cães. Nós nos divertíamos muito!!!



 Vega, Fury e Vicky: muita bagunça na piscininha!


Ecstasy, Vicky e Logan: exercícios em esteira elétrica própria para cães.


 Vicky (de novo!), Yankee e Fury, "malhando"

Tive mais duas ninhadas de American Pit Bull Terrier. Uma delas foi de minha Vicky com o padreador contratado Blue Rogan of Pauba's Pit (filho de Blue Max Ubatuba Pit Bull e Raja Bull of Pauba's Pit). Nasceram, no dia 05/07/2005, sete filhotes, sendo duas fêmeas (Sahara e Iris) e cinco machos (Sobek, Glock, Eagle, Zeus e Zangor).


Rogan e Vicky

A outra foi de Yankee e Vega, da qual nasceram, no dia 11/07/2005, oito filhotes, sendo duas fêmeas (Shagah e Athena) e seis machos (Aquilles, Bruce, Clark Kent, Turbo, Fire e Apholo).


Yankee e Vega

Com o tempo, foram chegando mais cães: Pimenta's Genesis (filha de Pimenta's RFK Raptor e RFK Gibson's Tuff Red Devil), posteriormente vendida para Clayton, de São Paulo; HAPK's New Edition of Pauba's Pit (filha de Del Manto's Matter of Choice e Pauba's Infinity of Whiz Bang), que atualmente pertence ao Galvão Kennels; HAPK's Pure Ecstasy of Pauba's Pit (filha de Red Flash Torah do Canchin e Ourgang Medalha de Ouro Toya), vendida para José Ricardo, do Canil Red Dinamo; 'PR' Angar of Castillo's of Red Hunter (filho de 'PR' Red Hunter of Castillo's e 'PR' Schaeffer & Machado's Artemis) atualmente em co-propriedade com o Batielli Kennels, 'PR' Chase of Pauba's (filha de 'PR' Del Manto's Matter of Choice e 'PR' Swogger's Happy of Canchin), também atualmente em co-propriedade com o Batielli Kennels, Del Manto's Spice Girl of Pauba's (filha de Red Ghost of Wilrox e Del Manto's Proud Mary), Del Manto's Rock'n Roll Rage of Gidany (filha de Coldsteel's Dude of Red Demons X Del Manto's Chocolate Mint of Gidany), 'PR' Red Montanna of Pauba's Pit (filha de 'PR' Del Manto's Matter of Choice e 'PR' Pauba's Infinity of Whiz Bang) e 'PR' Del Manto's Dark Side Of The Moon (filha de 'PR' Del Manto's Matter of Choice e 'PR' Swogger's Dream of Canchin).


Genesis, Dee e Ecstasy


Angar

 
Red Hunter e Artemis, pais do Angar


Chase

 
Matt e Happy, pais da Chase


Anúncio da ninhada Matt X Happy, da qual nasceu Chase!


Happy e sua ninhada: um desses bebês é a Chase!


Spice

 
Proud Mary, mãe da Spice


Mike (Red Ghost of Wilrox) e seu pai, o lendário Wilrox Dakota Chief of Lar-San


Montanna

 
Matt e Infinity, pais da Montanna


Rage

 
Dude e Mint, pais da Rage


Dark


Matt e Dream, pais da Dark

Quando Chase chegou, já coberta pelo padreador Del Manto's Tacco Bell of Gidany (filho de 'PR' Del Manto's Matter of Choice e Hothead's Red Flame), estava de mudança para minha nova casa, onde o canil está atualmente sediado. A ninhada nasceu no dia 31/12/2007, em pleno reveillon! Foram cinco filhotes, sendo duas fêmeas (Justice e Liberty) e três machos (Rock'n Roll, Chaos e Money).


Tacco e Chase (ainda cheeeeeia de leite!)


Flame, mãe do Tacco e avó da ninhada: 50% Eli Boudreaux


Ninhada Tacco X Chase

Por fim, em 11/06/2008, tive mais uma maravilhosa ninhada, fruto do acasalamento de Logan e Vicky, da qual nasceram nove filhotes, sendo três fêmeas (Gioia, Vicky Filha e Judy) e seis machos (Hooligan, Kratos, Uran, Akilles, Muck Brown e Thor).


Ninhada Logan X Vicky

Como não caberiam aqui, todas as ninhadas por nós produzidas, bem como genealogia, fotos atuais e proprietários de todos os filhotes estão na página "Cães de Nossa Criação".

Aprendi muito com meus erros e acertos ao longo de minha história. Sei que a busca pelo cão perfeito nunca irá chegar ao fim, pois não existe cão perfeito! Evoluí muito ao longo desses anos em termos de criação e certamente ainda tenho muito a evoluir e aprender. Continuo considerando meu canil um hobby e todos os meus cães são tratados por mim, de forma única e especial. Não me importo em passar feriados e finais de semana em casa, ao lado deles. Gosto de dar banho, brincar, passar noites em claro ajudando em partos ou com filhotes recém nascidos, viajar quilômetros para exposições, educar e acompanhar o desenvolvimento de cada um deles. Afinal, 99% da diversão está aí, e não há recompensa melhor do que acordar todos os dias e ter ao meu lado tão valiosos amigos, que me amam incondicionalmente, aconteça o que acontecer!